Determinados comportamentos tendem a nos prejudicar, tanto pela falta como pelo excesso que fazemos deles, e neste artigo, eu apresento 5 aforismos baseados no grande pensador espanhol Baltazar Gracián para que você possa agir com mais assertividade e colher melhores resultados e assim melhorar a sua produtividade, tanto no âmbito profissional como pessoal.
SELECIONE SEUS AMIGOS
O fato de gostarmos da companhia de uma pessoa divertida não presume que tenhamos a afinidade necessária para acreditarmos na possibilidade de fazermos dela a nossa confidente íntima. Algumas amizades, embora bem humoradas, nem sempre são legítimas a ponto de serem confiadas plenamente. É preciso testá-las, percebendo os seus humores tanto na fortuna quanto na miséria; tanto na divergência quanto na compreensão.
NÃO FALE SOBRE VOCÊ
Caso contrário, poderá se gabar em excesso (o que é vaidade) ou se criticar demais (o que é a humildade em demasia). Quando falamos de nós mesmos com exagero e frequência, tendemos a ser maçantes e irritantes para quem nos ouve e isso é, definitivamente, uma das coisas que cria ruído e repulsa e na sua relação interpessoal. Inverta o papel: você acha interessante falar com alguém que só quer falar sobre si? Ora, uma conversa é feita por duas ou mais pessoas que falam e escutam intercaladamente. O contrário disso recebe o nome de monólogo.
NÃO FALE DOS OUTROS
Vamos partir do princípio de que falar dos outros seja falar mal deles. Pois bem, existe uma sabedoria que diz que quem fala mal outros para você, fala mal de você para os outros e acredite, pessoas que vivem criticando o que as pessoas fizeram, fazem, vão fazer ou deixaram de fazer, são do tipo que não hesitarão em arranjar o mesmo capricho em relação a você quando tiverem a oportunidade. Se falar a “verdade” a ferro e fogo é o seu forte, saiba que mais cedo ou mais tarde o número de pessoas que apreciam a sua companhia vai se tornar cada vez menor até virar uma bola de neve e fazer com que você viva no isolamento. Nessas horas, ter bom senso é fundamental.
NÃO DÊ SATISFAÇÃO A QUEM NÃO PEDIU
E mesmo quando o fizerem, em muitos casos pode não ser inteligente dá-la além do solicitado, pois isso pode resultar numa espécie auto-incriminação antecipada e tal decorrência pode acarretar em mal estar e outros sentimentos nada saudáveis para a alma. Em efeito similar, quem muito se desculpa geralmente levanta suspeitas de que está praticando algo errado e isso pode até fazer ressurgir lembranças desagradáveis que até então estavam adormecidas, sem contar que pode soar como uma forma de manipular negativamente o próximo através de um falso sentimento de coitadismo.
Não que seja bom cometer erros, mas se existe uma forma boa de cometê-los com menos dor na consciência é tentando acertar. Reconhecê-los é sinal de humildade ou falta de prudência (o que pode ser aceitável), mas permanecer neles almejando resultados diferentes pode ser um forte indicativo de tolice, ou mesmo de burrice (o que pode ser condenável ).
Embora possa soar tendenciosa para alguns, tal filosofia não é nem um pouco sentimentalista ou utópica como se vê em algumas publicações voltadas para a motivação pessoal. O bom senso é fundamental para vivermos em equilíbrio, de modo a assegurar uma vida baseada em valores que não são baseados só no egoísmo (de só pensar em si) e nem só no altruísmo (de só pensar nos outros).
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




