Não importa qual seja a sua área de atuação, você sempre vai começar do zero! Por conta disso, nem esquente: você vai errar, tropeçar, cair, se ralar e pode até mesmo se quebrar. No entanto, o que vai fazer a diferença no final é o seu mindset – a forma dominante como você vê, compreende, assimila e julga as coisas que acontecem com você – e a melhor forma de programá-lo para o sucesso é por meio de um bem, chamado informação.
Suas fontes
É através de jornais, livros, revistas, sites, blogs, artigos, cursos, palestras, áudios, vídeos e até por meio da simples observação como um aprendiz do seu dia-dia que você pode tirar lições que podem prepará-lo e muni-lo do melhor arsenal de conexões para fazer com que você sinta o faro de oportunidade ou de perigo para a sua ideia, projeto ou negócio. No entanto, melhor do que se pegar na neurose de consumir informações em excesso e muitas vezes se pegar na paralise, é melhor se atentar para a qualidade dessas informações.
Eleja sua companhia
Na publicação “Como prever seu destino sem pagar uma vidente para isso” eu faço o famoso alerta que diz que você é a média das cinco pessoas com quem mais anda. Portanto, para o seu negócio, eleja pelo menos 5 pessoas (pode ser inclusive do meio literário) e consulte-se com elas: acompanhe o que fazem, como fazem, leia as suas publicações, assista aos seus vídeos, interaja com elas, compare as informações, seja cético, ligue, mande e-mail, critique, opine, sugira, discorde, aprenda. Esse exercício é muito mais eficaz do que ficar consumindo as milhares de informações que lhe bombardeiam diariamente na grande mídia, no seu computador e hoje até mesmo no seu telefone celular.
Por conta desse exercício, você vai adquirir experiência e incorporar o modus operandi dessas pessoas ao seu mindset, o que inevitavelmente vai fazer com que índice dos seus acertos seja maior e é aí que você vai precisar se preparar para um outro desafio: o seu custo de oportunidade!
Efeito colateral
Sabendo do seu sucesso, muitas pessoas vão querer se unir a você, inclusive picaretas e oportunistas. Conforme eu já mencionei no artigo Gente de bem, a boa amizade só pode existir entre pessoas que comungam dos mesmos valores, ideias e princípios, caso contrário, toda e qualquer “boa” intenção tende a arranhar e minar as regras do bom convívio, inclusive no âmbito profissional e, por conta disso você vai precisar também saber Como dizer não sem culpa, pois você tem não só o direito, mas o dever de proteger a sua confiança e, claro, a sua autoestima. Por esse motivo, nada mais justo do que você se empenhar em querer pessoas que de cara passem a energia e confiança necessárias para que você acredite que o seu projeto é possível, conforme eu já falei no artigo Quando você é mais sem ser o melhor.
Critérios a serem considerados
Sendo assim, faça você a seleção d
os seus parceiros com base em alguns critérios: eles passam confiança? Têm (boas) referências? São competentes? São comprometidos? São caros, baratos ou equivalentes? Cumprem prazos? Que resultados eles têm ou tiveram que podem comprovar? Têm um bom relacionamento interpessoal? São acessíveis? Etc. A partir daí, atribua um peso maior ou menor para cada item, com base no que cada um representa para você. Lembra do custo de oportunidade que mencionei? Pois é: nessa hora você vai precisar se preparar não apenas para o fracasso, mas para o sucesso também, pois ele irá colocá-lo em um patamar que vai lhe obrigar a valorizar mais o seu tempo e uma das formas de conseguir isso vai ser fazendo cada vez Mais com Menos.
Faça que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




