A façanha de conquistar objetivos
A grosso modo você faz o que faz, é o que é e sabe o que sabe porque está inserido numa cultura que foi repassada pelos pais dos pais dos seus pais e a tendência é que você repasse boa parte do que faz, é e sabe para os seus filhos, de modo que eles não precisem recomeçar as coisas do zero, ou nas palavras do meu livro digital “Enfim, Desempregado: como trabalhar e enriquecer sem depender de um emprego”, “cultura […] refere-se ao modo de vida de um povo, em toda a sua extensão e complexidade”. É por isso que aprendemos a estudar, tirar boas notas, procurar um emprego, se aposentar, torcer para um time de futebol, ter uma religião, etc.
Se você for analisar, todo o conjunto de coisas que você faz e acredita nada mais é do que o resultado daquilo que as pessoas mais próximas a você conseguiram fazer com que você implementasse ao seu midset (a sua forma de ver e assimilar as coisas que acontecem com você). É com base nisso que é possível ter uma ideia de como será o seu destino sem mesmo pagar uma vidente: são as pessoas com quem você mais anda e/ou se deixa influenciar, que ditarão quais os resultados que você há de colher na sua trajetória, seja no âmbito pessoal ou profissional, pois conforme já explanado no artigo Gente de bem, vocês estão ali, comungando dos mesmos valores, ideias e princípios, mesmo que essas pessoas não estejam presentes de forma física no seu mundo.
Já virou até clichê, mas você provavelmente nunca conseguirá resultados diferentes se continua fazendo as mesmas coisas e, se você acha que tudo deve estar perfeito para começar ou essa ainda não é a hora certa, saiba que você pode estar cometendo o seríssimo pecado da procrastinação, que consiste sempre em adiar e adiar e adiar pra depois. No entanto, se a coisa já tá ficando feia, incômoda e dolorosa, saiba que é hora de mudar, de se afastar de algumas coisas e pessoas para começar a se aproximar de outras.
Quantidade não significa necessariamente qualidade, sendo assim, identifique uma pessoa que você admire pelo que ela sabe, é e faz. Se ainda assim não encontrar, pergunte das 5 pessoas com quem você mais anda se elas conhecem alguém que tenha tais atribuições: esse é o primeiro passo para começar a saber a pessoa certa para aquele objetivo específico que você quer atingir. Pode ser que você precise de conselhos e os consiga de graça, mas pode ser que você precise de uma consultoria mais personalizada, profissional e, portanto, paga, aí cabe a você pesquisar sobre os resultados que aquela pessoa já conseguiu obter para avaliar a possibilidade de remunerá-la, de acordo com as suas possibilidades.
Conforme eu já falei, pode ser que essa pessoa não esteja presente de forma física no seu mundo. Hoje ela pode estar, não apenas em carne e osso, mas também em livros, jornais, revistas, vídeos, filmes, cursos e até mesmo na internet de forma gratuita, assim como eu estou com você neste exato momento. Dedique-se a entender o que ela fala, o que faz, como faz e procure implementar o que ela sugere, pois a pior coisa é você viver consumindo informação e entrar para o que eu chamo de outra obesidade, pois não faz nada para colocar em prática o que lhe foi repassado.
Eleja essa pessoa como a sua mentora, a sua conselheira: a essa altura ela já vai ser mais até mesmo do que um amigo mais chegado ou um irmão. No entanto, respeite-a, seja leal a ela, invista seu tempo nela, sem, no entanto, desperdiçar o tempo dela com tolices: ela tem o poder de ajuda-lo a realizar os seus objetivos de forma muito mais depressa do que se você optasse por fazer tudo só, do seu jeito. Vai chegar uma hora que de tanto ouvir, ler, assistir e (principalmente) praticar aquilo que lhe foi repassado, as coisas vão fluir de forma mais natural, automática e, quando olhar para trás, você vai perceber que mais longe já esteve.
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




