Chega uma hora em que a gente quer começar algo diferente! Algo que traga melhores resultados, algo que nos inspire, que nos dê entusiasmo, que nos desafie, que nos dê a sensação de auto-realização e por que não, um bom retorno financeiro ou pelo menos que reflita em redução de despesas diárias.
Ocorre que, como sabemos, é praticamente impossível conquistar resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas e sair da zona de conforto para entrar numa zona de confronto com certeza não é tarefa das mais fáceis, principalmente se a procura pela mudança não vem carregada de ímpeto para agir com determinação em prol da realização de tal objetivo. Vixe! Falei bonito?
O fato é que resultados diferentes presumem pensamentos, ações e comportamentos diferentes e se não estivermos deliberadamente dispostos a entrar no campo de batalha, estaremos condicionados a viver sob a inércia, esperando que, talvez, um vento nos leve à situação “ideal” para podermos agir e enquanto isso não acontece, cantarolamos penosamente na nossa incapacidade: “deixa a vida me levar, vida leva eu”! O problema é que não é ela que vai levá-lo. É você que deverá levá-la. Enquanto você não assumir a responsabilidade tomar as rédeas dela, ela permanecerá do jeito que está: com as mesmas coisas e possivelmente com os mesmos resultados.
Para poder começar é fundamental ter alguma coisa. Alguns têm conhecimento, outros têm vontade e também tem aqueles que possuem dinheiro. Claro que quanto mais ferramentas (comportamentais e/ou financeiras), melhor, no entanto o fundamental é que se tenha comprometimento com resultados de curto, médio e longo prazos. Tem gente que só dispõe de capital, mas não tem a disposição necessária para botar a mão na massa e por qualquer motivo desiste da jornada; da mesma forma, existem aqueles que têm vontade (muitas vezes disfarçada de um simples desejo), mas não estão realmente se sentindo compelidos a mudar, pois ainda existe algo que os sustentam na zona de conforto e que portanto preferem esperar “a hora certa” para começar a agir; já os que têm apenas conhecimento, provavelmente não conseguem enxergar a oportunidade de fazer algo além do que já sabem – eles têm o conhecimento mas já se dão por satisfeitos e, portanto, se consideram satisfeitos, uma vez que não sentem a necessidade de compartilhar as suas habilidades ou expandir as suas possibilidades.
Aí entra a questão dos que reclamam de que nunca têm apoio para o que fazem. Esperam os pais, os amigos, o governo, o vento ou qualquer outra entidade agir para que possam começar a se movimentar. Esperam o tapinha nas costas do “vai em frente”, mendigam ajuda ou lamentam a falta de oportunidade para agir em causa própria, não se arriscam para o sucesso, porém, mal sabem que estão se arriscando terrivelmente para o fracasso.
Não se iluda, às vezes nós precisamos mostrar nosso potencial nos nossos “bastidores” (curto prazo) para podermos sermos incentivados a produzir mais e melhor (médio e longo prazos). Muitas pessoas precisam conhecer primeiro o que fazemos para poder nos ajudar e isso, muitas vezes só é possível se conseguirmos ter uma visão de longo prazo. Num emprego, é através do seu currículo que seu (futuro) patrão vai ver os seus resultados para posteriormente contratá-lo; para o apoio de uma iniciativa sua, idem; para o patrocínio de uma empresa, idem. Após isso, quando conseguir o apoio desejado, as coisas não param: você vai precisar continuar a mostrar resultados para poder manter o(s) incentivo(s).
Em outras palavras: quer apoio? Mostre resultados! Não tem apoio? Mostre resultados!
Faça, que acontece!
Confira também:





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




