As coisas estão cada vez mais dinâmicas. Dos rabiscos que os primatas faziam das situações corriqueiras do seu cotidiano, o homem evoluiu para linguagem falada e posteriormente conseguiu traduzi-la na escrita, que mais tarde pôde deixa-la registrada, arquivada e até imortalizada no papel. A partir daí, novas formas de se comunicar nasceram: fotografia, rádio, telefone, cinema, televisão e finalmente a internet. Com a chegada desta última, fomos aos poucos acoplando diversas possibilidades: dos portais de conversa aleatória onde era possível trocar textos e figurinhas, nasceram softwares que nos possibilitavam “adicionar” nossos amigos próximos para escrevermos e nos comunicarmos em tempo real com eles, não importando de onde estivéssemos – bastava uma mesa, uma cadeira e um computador. A coisa não parou e só evoluiu: conversas com vídeo, fotos, redes sociais e o tal computador hoje cabe no bolso, graças à invenção dos smartphones. Com eles estamos mais conectados que nunca (alguns até defendem que passamos a ser escravos da internet) e aos poucos os custos exorbitantes da telefonia móvel parecem que tendem a cair: mensagens de texto? Existe aplicativos que se encarregam de fazer a custo zero; Ligação? Se você for usuário de alguma rede social, a necessidade de fazer alguma é quase nula. A não ser que você se depare com a situação da pessoa não querer falar com você.
No entanto, a facilidade de comunicação tem alguns reveses como a falta de privacidade, alto fluxo de informação, baixa seletividade, dentre outros, porém um dos que eu gostaria de enfatizar é o considerável número de ruídos ocasionados pela mensagem escrita em chats. Dependendo do caso, um “bom dia”, um “oi” ou simplesmente o fato de a pessoa não ter lido a mensagem no tempo esperado pelo seu interlocutor pode ser entendido como descaso, frieza, indiferença e outros substantivos nada animadores. O fato é que a pessoa 1 pode estar realmente chateada (e aqui vou me valer desse eufemismo) com a pessoa 2, mas o contrário também é possível de ser verdadeiro. A pessoa 2 pode ter dado o seu feedback para a 1 da forma mais natural possível, no entanto, a primeira pode entender, dependendo do seu estado de espírito, a tal “naturalidade” como algo grosseiro, despreocupado ou rude, sem no entanto, ser de fato.
Outro ponto comum: o erro de ortografia (esse é o que mais me aflige)! Às vezes, uma pontuação, por mais singular que seja, faz toda a diferença! Veja alguns exemplos sobre a falta da vírgula (retirados do site www.recantodasletras.com.br): Ela pode ser uma pausa ou não (“não, espere” ou “não espere”); ela pode sumir com seu dinheiro (“23,4” ou “2,34”); ela pode ser a solução (“vamos perder, nada foi resolvido” ou “vamos perder nada, foi resolvido”) ela pode mudar uma opinião (“não queremos saber” ou “não, queremos saber”); ela pode condenar ou salvar (”não tenha clemência!” ou “não, tenha clemência!”), dentre outros.
A verdade é que, dependendo do caso, muito do que se diz na mensagem escrita pode não traduzir o real intuito do interlocutor, e, portanto, se faz necessário alguns cuidados para que não sejam geradas confusões, atritos, boatos e outros congêneres. Para isso, exceto em raríssimos casos, a melhor saída é a conversa cara a cara. Através do contato pessoal é possível perceber a expressão do interlocutor através dos gestos, tons de voz, expressão facial e corporal, o que torna mais fácil o real entendimento sobre o que ele quis (ou quer) dizer. Se não for possível, recorra ao telefone, não para digitar, mas para ligar. Muitas conversas são mal resolvidas quando tratadas apenas por mensagens de texto. Precisa se explicar? Ligue, fale, converse, ouça e acabe com o mal entendido.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




