Assembleia Legislativa do Amazonas faz homenagem ao dia do músico, e você com isso?
Sim, eu sou a favor do trabalho infantil, não é a tôa que eu traballho desde os 14 anos de idade e, se você acha essa ideia absurda, talvez esteja na hora de rever o seu conceito de trabalho, pois ele, definitivamente, não é um lugar para o qual você vai, e sim, aquilo que você faz para ajudar pessoas.
A ajuda (e o boicote) da sociedade.
De acordo com estudos, você já nasce com um conjunto de inclinações e interesses naturais. Essas inclinações involuntárias (também chamadas de “dom”) são resultado daquilo que os seus pais, os seus amigos, seus familiares e de todo o grupo social que você frequenta estimulam em você.
Ou seja, quanto mais estimulado você é a fazer aquilo que já tem tendência natural, mas rápido (ou mais cedo) essa habilidade vai se desenvolver e, infelizmente, o contrário também é verdade, não é à toa que a maioria das que você conhece são profissionais medíocres, pois acabam optando pelo sistema tradicional de estudar, tirar boas notas para ter um emprego de carteira assinada e um dia, quem sabe, se aposentar pelo Governo.
Clique aqui e leia o artigo “Quando você é mais sem ser o melhor”!
Não ignore o seu chamado!
É por isso que eu gostaria que você conhecesse o programa DNA Criativo, onde eu mostro o que você pode fazer para desenvolver ainda mais as suas aptidões naturais e ter, a partir delas, modelos de negócios altamente criativos que têm a sua cara.





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




