Uma parábola para refletir sobre aquela pessoa pessimista
Era uma vez uma saparia, que no último dia de cada ano promovia uma maratona para eleger o sapo mais veloz e, portanto, o mais respeitado pela comunidade. A edição da corrida era considerada a mais longa e difícil de todas as outras, no entanto, alguns participavam do evento apenas para fazer volume à imensa aglomeração de competidores e outros iam torcer pelos seus parentes que tinham se preparado determinadamente para a competição.
De repente, todo o alvoroço dos batráquios que coaxam empolgados no aquecimento emudeceu: o sapinho de família pobre que mal conseguia pular e falar vinha chegando com a sua mãe. Não demorou para zombaria geral começar: “Hahaha… você não vai conseguir”, “isso não é pra você”, “coitado”, “você nunca vai mudar”, “você não é disso”, “desista”, “você não é forte o bastante”, etc. A genitora, no entanto, como se não estivesse ouvindo a balbúrdia, deu um tapinha na costa do filho e disse: “vá: faça o seu melhor”!
Foi dada a largada! Muitos competidores aceleravam os passos com toda velocidade para deixar os demais para trás; outros optavam por seguir num modo moderado e assim, conseguir um posicionamento melhor depois que os apressados começassem a cansar; o sapinho por sua vez, ia seguindo no seu ritmo, apenas no intuito de conseguir completar a prova. Sua mãe, na torcida, ouvia os espectadores dizendo as mesmas coisas: “você não vai conseguir”, “isso não é pra você”, “coitado”, “você nunca vai mudar”, “você não é disso”, “desista”, “você não é forte o bastante”, etc. Mesmo assim, acompanhava o filho, que seguia na competição, sem ao menos olhar para ela.
Aos poucos, o número de competidores começou a reduzir, os espaços na pista começavam a ficar mais vagos, apenas os mais preparados continuavam na disputa e o sapinho, no seu ritmo modesto, seguia na maratona. Ele percebia que enquanto avançava, alguns oponentes iam parando no meio do caminho, ofegantes com a língua estendida sobre o chão, mas ele sabia que não podia parar, já que começava a avistar a linha de chegada. A mãe, por sua vez, vibrava de emoção e se derretia em lágrimas quando via que o caminho estava livre para seu filho – era apenas questão de alguns pulos!
Quando cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, o sapinho sorriu e avistou a sua mãe pulando de alegria a poucos metros da faixa. O silêncio geral voltou a se instalar, que precisou ser interrompido pelo apresentador do evento, que com seu microfone perguntou ao mais novo vencedor como ele explicava tamanha façanha para concluir a prova. O campeão respondeu com um silêncio. Constrangido com a situação, o apresentador então recorreu à mãe fazendo a mesma pergunta, que foi respondida com apenas três palavras: “ele é surdo”.
Vou fazer a conclusão deste artigo usando algumas palavras de Steve Jobs: “não permita que o ruído das opiniões alheias abafe a sua voz interior. E, o mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição”. Algumas vezes é necessário ser especialmente forte para atingir uma meta quando os pessimistas estão convencidos de que você está avançando pelo caminho da ruína. Muitas vezes eles não conseguem enxergar as coisas sob o mesmo ponto de vista que o seu, simplesmente porque a realidade deles é diferente da sua ou simplesmente interpretaram as coisas de forma diferente. Como eles não fizeram as mesmas conexões que você, possivelmente estão sujeitos a achar absurdo o caminho que você optou por trilhar. Volto a falar: estude, capacite-se, una-se a quem quer fazer ou já fez o mesmo que você – são pessoas desse tipo que vão puxá-lo para cima e fazer com que você seja “surdo” a pessoas “normais” que apenas fazem as coisas “normais” que todo “normal” faz.
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




