Afinal, qual é a diferença entre spot e jingle
Ambos são peças publicitárias que podem ser veiculadas em rádio, tv, cinema e internet. No spot você tem a mensagem falada (inclusive com vozes caricatas, que nem as daqueles desenhos animados que voc6e já deve ter visto). No jingle, você tem o seu discurso convertido em música, com vozes, instrumentos, melodias, acordes, arranjos, etc.
Através dos meus serviços empresariais, eu tenho ajudado inúmeros profissionais, que vão desde empresários, artistas, profissionais liberais e políticos em suas ações de comunicação, marketing, design e trabalhos desse tipo também estão no meu portfólio para ajudá-lo nos seus projetos profissionais, inclusive através da internet (clique aqui e se cadastre para assistir à minha palestra gratuita sobre marketing digital).
É importante lembrar que no caso de jingle, eu deixo claro para os meus clientes que eu sempre procurao respeitar as obras que já foram feitas por outros artistas e por esse motivo, não trabalho fazendo paródia (pegando uma música já existente e apenas adaptar com uma letra diferente), a não ser com a autorização expressa dos devidos compositores!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




