Sabe aquela empresa na qual você tem o sonho de trabalhar?
Eu penso que todo profissional tem alguma e comigo não foi diferente.
Depois de entregar N currículos numa época em que a internet ainda estava engatinhando e era comum irmos bater na porta de empresas para tentarmos uma “oportunidade” e, depois de até já ter esquecido que eu tinha deixado na guarita de uma gigante emissora do ramo de comunicação da minha cidade, eis que recebo uma ligação.
O meu currículo tinha sido selecionado e eu teria então a “oportunidade” de ser entrevistado na tarde do dia seguinte para a possibilidade de trabalhar no setor de marketing.
Caraio, mano!
Eu fiquei super empolgado, já que depois de ter saído do único emprego de carteira assinada, eu eu tinha a “chance” de recomeçar!
Ao chegar, vi uns 7 candidatos que esperavam ansiosos para serem entrevistados pela selecionadora, dona de uma voz simpática ao telefone e que realmente era muito educada.
Chegando minha vez, fui recebido como se conhecesse a tal senhora há anos, que enquanto lia o meu CV, proporcionou um clima leve, descontraído e que, com sua voz suave perguntou: “você acredita que pode contribuir com a empresa? Eu creio que sim, porque vejo que você aparenta ter o perfil e as suas funções serão X,Y, Z, etc.”
Ao saber das atribuições da função, vi que o meu trabalho seria não apenas no Marketing (que é uma função estratégica), mas também em outras funções de caráter operacional.
E não há nada de errado em fazer trabalho operacional, mas nesse ínterim eu já tinha certo conhecimento de causa e vi que na verdade eu seria “vários profissionais” para receber o salário de um só.
Should I stay or should I go (fico ou vou)?
Em poucos segundos me veio um flash das coisas que eu já fazia nos meus primeiros passos de empreendedor e vi que era plenamente possível ter aquele mesmo salário com muito menos trabalho. Empreendendo eu teria mais liberdade, menos cobrança e mais lucro do que se ficasse (em) pregado numa empresa.
E foi assim que eu parei de procurar emprego, passei a procurar clientes e tempos depois eu colheria os frutos por estar “Desempregado”, mas não sem trabalho!
É… eu fui!
E para você, aonde tem valido mais a pena empregar a energia daquilo que faz de melhor? Pra mim não foi num emprego!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




