Certa vez li que “escrever é a arte de falar sem ser interrompido” e, embora eu pudesse, não sou muito fã de usar termos técnicos ou jargões da minha profissão de comunicador. No entanto, não tenho como explicar o porquê deste artigo sem antes falar sobre a teoria do agenda-settings. A grosso modo, essa teoria sustenta que as pessoas passam a agendar os seus assuntos e suas conversas em função do que é veiculado na mídia, ou seja, os veículos de comunicação de massa (como rádio, tv, jornal, revista e hoje, também a internet) determinam os temas sobre os quais o público falará ou discutirá, o que faz crer que são eles que nos dizem o que pensar a respeito de determinados assuntos.
Eis aí a (i)responsabilidade dos veículos de comunicação em contribuir para o desenvolvimento ou estagnação do mindset (a forma de enxergar, entender e assimilar) coletivo. Se eles dizem que está tudo bem, tendemos a acreditar; se dizem o contrário, eles ganham nossa credibilidade também, afinal aprendemos que eles dizem nada mais nada menos do que “a verdade” e aí entra o perigo de se levar ao pé da letra tudo que eles nos dizem.
Não é que estejamos vivendo num paraíso ou que já chegamos ao fundo do poço, mas vou fazer uma analogia: experimente conviver com uma pessoa estressada, mesquinha, pessimista, mau humorada. Não importa o que você diga, faça, fale, pense ou deixe de fazer: ela sempre vai lhe criticar, lhe botar para baixo até conseguir sugar a sua última gota de energia produtiva e positiva, já que ela é tomada por sentimentos como inveja, raiva, rancor, falsidade, etc. Da mesma forma, imagine ter uma convivência diária com uma pessoa que vive o tempo todo munida de elogios, alegria, sorriso, otimismo para o seu lado e é a tradução da positividade em pessoa: ela sempre vai lhe dizer que tudo está bem, que tudo está certo, que nunca tem problema, nem nada, etc. – é tudo motivo para ficar tranquilo.
Embora muitos prefiram se unir a pessoas do segundo tipo, saiba que em ambos os casos, você corre o perigo de estar sendo sabotado, manipulado ou até mesmo iludido, pois se de um lado a pessoa que critica absolutamente tudo que você faz pode ser invejosa e implicante, a que só tece elogios a seu respeito pode ser lambe-botas e bajuladora, e isso, nas duas situações, é nocivo e perigoso. É a mesma coisa com os veículos de comunicação: você já prestou atenção no quanto a maioria deles é especialista em divulgar notícias desagradáveis? Pois é, para muitos deles é assim que funciona: notícia boa é notícia ruim – é ela que vende!
Não se trata de dizer que está tudo ótimo ou tudo péssimo, mas acredite: tem gente vencendo nas piores cidades dos piores países, da mesma forma que tem gente fracassando nas melhores cidades dos melhores países do mundo. Enquanto você levar a cabo tudo que lê, ouve e assiste o sentimento coletivo de euforia ou depressão sempre vai tomar conta de você, com base nas informações que constroem o seu agenda-setting. Pratique a dieta da informação, seja cético e não deixe se contaminar pela “outra obesidade”: saiba que por mais que as “grandes corporações” estejam ganhando manchete negativa no noticiário, você tem uma grande vantagem competitiva por ser uma pessoa “comum”, pois você mesmo já é o melhor produto para vender, lucrar e enriquecer, basta se dispor a pensar fora do quadrado. Pode até não parecer fácil no início, mas acredite, é simples, principalmente porque a mudança em você pode se dar de forma muito mais rápida do que em uma grande empresa, geralmente composta por hierarquias, paradigmas e processos que precisam ser cuidadosa e constantemente avaliados. Quem sabe aí, você não seja motivo daquelas manchetes exemplares de se ler, ouvir e assistir!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




