O fim do mês está chegando e a grande hora de ser recompensado por todo o esforço, empenho, dedicação e stress no trabalho é iminente: enfim, o dia do pagamento! É uma pena que a alegria dura pouco: dívidas, empréstimos, obrigações e, se sobrar, um pouco para o lazer. Dessa forma, quando menos se espera, lá se foi todo o dinheiro e o que nos resta a fazer é esperar paciente e ansiosamente pelo mês que vem, numa eterna constante que parece nunca findar.
Mencionei um detalhe que merece ser analisado: a questão do “pouco” para o lazer. Ora, se seus padrões de consumo estão ligados diretamente ao seu salário ou rendimentos, é óbvio que o conceito de “muito” ou “pouco” é um tanto relativo: o seu “pouco” pode ser o “muito” de outra pessoa e vice-versa. De modo a tentar resolver esse problema, a tendência é que você queira encontrar soluções para ampliar os seus ganhos e por causa disso você estuda mais, se capacita mais, procura um novo cargo, um novo emprego, uma nova empresa. Mas pensando bem, será que essa é a solução?
A curto prazo, sim. A novidade de estar recebendo mais e melhor o deixa satisfeito e feliz, no entanto, com o passar do tempo, essa mesma “conquista” financeira passa a se fazer cada vez mais presente no seu dia-a-dia e com isso vem a rotina, que inevitavelmente vai fazer com que você queira aumentar os seus hábitos de compra, até perceber que tal poder já não o satisfaz por completo. Como resultado disso, você volta para o ciclo: estuda mais, se capacita mais, procura um novo cargo, um novo emprego, uma nova empresa ad infinitum.
Minha sugestão para frear, ou pelo menos amenizar essa exaustiva e incessante corrida é que você faça o segui8nte exercício: comece a partir de hoje a anotar todos (sim, todos!) os seus gastos para fazer um mapeamento de todas as suas despesas, tanto as necessárias quanto as inúteis. Feito isso, dedique pelo menos um tempinho quando estiver descansando para analisar o que comprou, quando comprou, por que comprou e com que frequência comprou. Após isso, classifique cada uma delas como “muito importante”, “importante”, “necessária” ou “desnecessária”, de acordo com o nível de importância que ambas exercem sobre os seus rendimentos. Mapeados os seus gastos, procure eliminar ou reduzir ao máximo os que receberam o título de “muito importante”, são eles os principais vilões de uma vida financeira desequilibrada. Se você perceber que eles não podem mais ser cortados, passe para os que foram batizados de “importante” e faça o mesmo processo, até chegar às subsequentes, sempre fazendo o mesmo exercício.
Parafraseando Arkad, do livro “O Homem mais Rico da Babilônia”, uma vez que trabalha e ganha regularmente o seu dinheiro, você tem todas as condições para ser bem-sucedido financeiramente. Desse modo, não seria um ato de inteligência começar a ampliar essa fonte de riqueza que você já consolidou com seus rendimentos?
Exercício 2: feito o exercício de cortar os seus gastos, pegue uma caixinha de bombom e separe pelo menos 10% do que recebe para que não sejam gastos com nada e sim multiplicados. A cada vez que depositar os tais 10%, você vai perceber que o seu dinheiro vai começar a crescer e, quanto mais perceber tal feito, a disciplina vai começar a tomar conta de você. Feito isso, você pode batizar essa caixinha por algum nome: minha viagem, minha roupa, meu carro, etc. Esse é o primeiro passo para você começar a se disciplinar para conquistar coisas de significados mais relevantes para si.
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




