Você não trabalha
Ou melhor, você não ajuda pessoas.
É importante frisar que eu não mencionei “você não tem emprego”, pois na verdade ele é apenas uma das formas que você tem para trabalhar e não a única. Aliás, em um emprego você nada mais faz do que ajudar pessoas: você ajuda o seu patrão (uma pessoa como outra qualquer) a ajudar as pessoas que a empresa dele (que é feita de pessoas) atende. Você, quando fica no papel de vítima – reclamando que não tem oportunidade no mercado de trabalho – assume o seu lado egoísta, pois se omite de ajudar pessoas que precisam de você, através do seu dom, do seu talento e das suas habilidades para ajudar outras pessoas. E para fazer isso você não precisa ter necessariamente um emprego.
Você não se capacita
Mais uma vez você inventa desculpa para a falta de oportunidade, se coloca no papel de vítima e assume o seu lado egoísta. Hoje, com a internet, você dispõe de milhões de informações (não só pagas, como também gratuitas) para ajudar no seu desenvolvimento profissional e consequentemente financeiro. Nela, você encontra cursos, palestras, livros, artigos, entrevistas, tutoriais e uma enorme gama de conteúdo para você assistir, ler, assimilar e praticar na vida real, de modo a contribuir para solucionar ou pelo menos amenizar os problemas dos seus conhecidos e ser honestamente recompensado por isso.
Você é acomodado
O que é muito próximo do tópico anterior, mas pior que isso, você acha que seu trabalho tem que ser algo chato, estressante e penoso, dentro de um local físico com hierarquias, cargos, funções e algo onde você vai ter que sacrificar 1/3 do seu dia para cumprir apenas obrigações que a você serão designadas.
Você gasta mais do que ganha
Logo que recebe, trata de encontrar meios para torrar o que ganhou e o pior: quer ampliar o padrão de vida exibindo tal aquisição para impressionar pessoas que às vezes, nem mesmo conhece. De dia ostenta riqueza e bom gosto, mas à noite sofre de insônia por não saber como pagar a tal aquisição.
Você contrai dívidas a longo prazo
Graças à facilidade do cartão de crédito, você adquire bens que não geram dinheiro pra você. Pelo contrário: precisam estar em constante manutenção, reparo, e assis
tência. Alguns exemplos disso: um smartphone (que tem uma tarifa mensal), um veículo (cujos impostos e revisão têm que ser pagos e feitos rotineiramente), um imóvel (que precisa ser mantido, em ordem, mesmo quando você não está lá), etc.
Embora pareça para muitos, a riqueza (e aqui me refiro à material) não consiste em você ostentar coisas, se para manter essas coisas você perde a sua qualidade de vida. Manter é mais importante do que ter e se para fazê-lo você sempre se pega na desesperadora ânsia de ter cada vez mais dinheiro, algo está errado: você não é rico, você é endividado…você é um pobre encalacrado, ou como eu digo num outro artigo, você é um sedutor endividado!
Quanto mais você precisar de dinheiro, mais pobre você será, e, na publicação intitulada de “A Riqueza da Simplicidade” eu falo que a riqueza está ligada diretamente à questão comportamental e não apenas de posse. Pode ser que demore para você se desprender do que aprendeu em relação ao que é ser rico, mas acredite, ter mais dinheiro nem sempre resolve o seu problema, e isso eu falo no artigo Quando mais dinheiro não resolve o seu problema.
Enquanto você gasta mais do que tem, não importa o quanto você ganhe, você sempre estará Na Pindaíba, e até então, pelo que eu sei, isso não é coisa de rico. Ou é?
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




