Ei, você aí! Me dá um dinheiro aí! Me dá um dinheiro aí!
Cuidado com o que a grande mídia diz!
Confira algumas informações importantíssimas para você não perder dinheiro com seu banco… e nem deixar de ganhar.
Desde que eu era garoto os meus pais falavam sobre a importância de se ter uma poupança. Isso realmente parecia ser a salvação para uma reserva financeira para o futuro, pois a grande mídia (através dos bancos anunciantes) fortalece demais a ideia da caderneta de poupança.
Como funciona a Poupança?
Você deixa o seu dinheiro nela para emprestar dinheiro para o seu banco, que por sua vez, lhe paga juros mensais a cada 30 dias, desde que você não mexa no que você depositou. Se você triscar 1 centavo que seja, já era: o seu dinheiro permanece lá, mas você não terá direito de receber os juros, ou seja, o banco não lhe pagará absolutamente nada!
Não caia na armadilha da Poupança!
Embora muitos achem um tipo “investimento seguro”, de nada adianta o banco lhe pagar 0,5% ao mês (50 centavos a cada R$ 100) se a inflação (sim – ela é o seu custo de vida) está em 8%. Entendeu? Ou seja, o governo lhe paga 50 centavos mas lhe tira R$ 8!
Errata
No vídeo eu falo que 0,5 centavos significa 5 centavos. O correto é 50 centavos!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




