Você já teve a sensação de estar com excesso de informação?
E por esse motivo sente dificuldade de implementar as coisas que aprende em certos cursos, sejam eles presenciais ou virtuais?
Estamos abarrotados de informação
Além dos cursos em si, temo Facebook, tem o WhatsApp, tem o Instagram, que ficam disputando a nossa atenção e por isso a gente acaba perdendo o foco daquilo que realmente interessa pra gente.
A dica é:
Não fique apenas se alimentando de informação (confira “A outra obesidade” e “A dieta da informação”), você precisa retribuir para o mundo aquilo que aprende e a primeira forma que você tem de fazer isso é tirando o excesso de informação que tem na sua mente e passar para uma folha de papel. Eu até entendo que possa parecer simples demais para fazer você achar que dá resultado, mas acredite, esse é o primeiro passo que você deve dar para tirar aquilo que está apenas na sua mente e tornar materializado no universo.
Não guarde a informação apenas para si
Pois quando você está com ela apenas na sua mente, o mundo não sabe que você tem aquela informação e ele precisa saber que você detém aquele conhecimento (seja em forma de cursos ou na sua própria experiência de vida) para que em troca você possa ser retribuído ou até mesmo recompensado financeiramente!
Faça, que acontece!




Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




