61 nomes que são referência na música manauara, de acordo com a opinião popular
Ontem (02/02/17), no meu perfil pessoal do Facebook eu fiz a seguinte pergunta:
Tirando o preconceito de estilo, que músicos, cantores e/ou bandas são, na sua opinião, referências em Manaus e porquê?
Bom…
É claro que como a pesquisa foi feita apenas no meu perfil pessoal, ela não deve ser vista como “justa”, “injusta”, “certa”, errada” e muito menos digna de ser vista como algo oficial e inquestionável, uma vez que existem outros profissionais do segmento que têm os seus devidos méritos, credenciais e contribuição para a nossa cultura.
Itens Avaliados
Como você pôde ver, eu não pedi apenas nomes, eu pedi que a menção do artista citado tivesse um embasamento e a análise foi 100% livre, imparcial e, dentre os principais fatores mencionados foram: apelo regional, originalidade, dom de compor, presença de palco, humor, timbre de voz, execução instrumental, organização, etc.
É óbvio que não vou me ater a mencionar o que cada pessoa disse em relação ao seu artista favorito, afinal foram 61 nomes e como o trabalho que desenvolvo em posts como este é voluntário, é quase certo que seja até mesmo desnecessário, pois se assim como eu, você conhece, incentiva e valoriza a música da nossa terra, é quase certo que acabe fazendo rápida associação dos critérios já mencionados aos respectivos nomes, com o detalhe que existem aqueles que embora sejam nascidos na cidade, são nossos irmãos que contribuem para o fortalecimento da nossa cultura!
Ah, eu não considerei aqueles que se auto elegeram, hein! Hehehehe #euhein
Eis o resultado em ordem alfabética dos 61 nomes da música manauara que são referência na opinião popular do meu Facebook pessoal:
E você, ainda não conhece Manaus?
Venha conhecer a nossa variedade cultural e surpreenda-se com os trabalhos dos nossos artistas!
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




